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Bolsas avançam impulsionadas por reação da indústria de EUA e China

04/01/2012
Alta é de 1,5% em NY e atinge 2,48% na Bovespa. Dólar cai quase 2%.

A divulgação de relatórios sobre o desempenho de setores industriais nos EUA e na China animaram os mercados ontem. O volume dos papéis negociados, porém, continuou fraco na primeira semana do ano. Para alguns operadores, isso significa que os investidores permanecem desconfiados, à espera dos rumos da zona do euro ou de sinais mais claros sobre a recuperação da economia americana.

O índice de atividade industrial dos EUA, medido pelo Instituto de Gestão de Estoques (ISM, na sigla em inglês), avançou de 52,7 para 53,9 pontos, entre novembro e dezembro do ano passado, o melhor resultado em seis meses. Uma leitura acima de 50 pontos indica expansão.

Os mercados exultaram com os dados. Em Wall Street, o Dow Jones e o S&P 500 avançaram ambos 1,5%. Já o Nasdaq subiu 1,7%. Na Europa, Frankfurt subiu 1,5%; Paris, 0,7%; e Londres, que não abriu na segunda-feira, saltou 2,3%. A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em alta de 2,48%, aos 59.264 pontos. Com o terceiro pregão seguido de ganhos, o Ibovespa alcançou seu maior nível em um mês. O dólar comercial caiu 1,98%, a R$1,832.

O bom humor do mercado foi sustentado ainda pela divulgação de números industriais na China, onde o índice oficial de gerentes de compras (PMI) para o setor de serviços mostrou recuperação, saltando de 49,7 em novembro para 56 pontos em dezembro. Os dados foram divulgados pela Federação Chinesa de Logística e Compras. Além dos dados da China, os investidores gostaram da taxa de desemprego na Alemanha, que caiu de 6,9% para 6,8% em dezembro.

Brasil obtém a menor taxa em emissão de títulos

Na Europa, as incertezas continuam. O governo espanhol anunciou ontem que a taxa de desemprego subiu 0,4% em dezembro, a 4,42 milhões de pessoas. Em 2011, o desemprego cresceu 7,9%. Já a agência de classificação de riscos Fitch anunciou que poderá rebaixar os ratings de bancos espanhóis.

As principais economias do mundo, inclusive o G-7 e os Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), têm mais de US$7,6 trilhões em dívidas com vencimento este ano, segundo a Bloomberg News. A maioria dessas economias sofre com o crescimento do custo de pegar dinheiro emprestado no mercado de títulos públicos.

Apesar disso, o governo brasileiro conseguiu captar ontem US$750 milhões no mercado internacional com as condições mais favoráveis já registradas numa emissão feita pelo Tesouro Nacional no exterior. O título vendido foi o Global (em dólares) com vencimento em 2021 e remuneração aos aplicadores de 3,449% ao ano, a menor da história.

Fonte: O Globo


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