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Balança Comercial: Terceira semana de janeiro tem déficit de US$ 479 milhões

20/01/2015
Na terceira semana de janeiro (12 a 18), com cinco dias úteis, as exportações brasileiras foram de US$ 3,661 bilhões, com média diária de US$ 732,2 milhões. Na comparação com o resultado médio das duas primeiras semanas do ano (US$ 642,3 milhões), houve crescimento de 14%. Aumentaram as exportações de produtos manufaturados (32,8%), com acréscimos em açúcar refinado, polímeros plásticos, etanol, máquinas para terraplanagem, autopeças, suco de laranja, motores para veículos e partes, aviões, medicamentos, motores e geradores elétricos e pneumáticos. Entre os produtos básicos (14,9%), destacaram-se, principalmente, petróleo em bruto, café em grão, fumo em folhas, algodão em bruto, arroz em grãos e carne suína. Por outro lado, decresceram as vendas de produtos semimanufaturados (-7,6%), com declínio nas vendas de celulose, semimanufaturados de ferro/aço, ferro fundido e ouro em formas semimanufaturadas.

As importações, no período, somaram US$ 4,140 bilhões com resultado médio diário de US$ 828 milhões. Este número é 2,7% superior à média registrada até a 2ª semana (US$ 806,2 milhões). Houve incremento nos gastos com combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, equipamentos elétricos e eletrônicos, veículos automóveis e partes, químicos orgânicos e inorgânicos e farmacêuticos.

Deste modo, a balança comercial semanal registrou déficit de US$ 479 milhões, com média diária negativa de US$ 95,8 milhões. A corrente de comércio da terceira semana de janeiro somou US$ 7,801 bilhões, com resultado médio diário de US$ 1,560 bilhão.

Mês

Nos onze dias úteis de janeiro, as exportações foram de US$ 7,515 bilhões, com média diária de US$ 683,2 milhões. Por esse comparativo, a média das vendas externas foi 6,2% inferior a de janeiro de 2014 (US$ 728,5 milhões).

Nesta comparação, caíram as vendas de produtos manufaturados (-23,3%), por conta de aviões, automóveis de passageiros, laminados planos de ferro ou aço, óleos combustíveis, motores e geradores elétricos, hidrocarbonetos e derivados, papel e cartão para escrita e impressão, tubos de ferro fundido, autopeças e motores para veículos e partes. Por outro lado, aumentaram exportações de semimanufaturados (8,5%), com destaques para óleo de dendê em bruto, ferro fundido, borracha sintética e artificial, ferro-ligas, açúcar em bruto e madeira serrada. As vendas de produtos básicos (4%) também cresceram, por conta, principalmente, de petróleo em bruto, trigo em grãos, caulim e outras argilas, soja em grão, café em grão, algodão em bruto, fumo em folhas, arroz em grãos e pimenta em grão.

Em relação a dezembro de 2014 (US$ 795 milhões), houve queda de 14,1% nas exportações, com declínio nas vendas de produtos manufaturados (-32,1%)) e de básicos (-6,1%). As vendas de semimanufaturados apontaram crescimento de 8,4%.

As importações em janeiro alcançam o valor de US$ 8,977 bilhões e registram média diária de US$ 816,1 milhões. Houve redução de 10,6% na comparação com o resultado diário de janeiro do ano passado (US$ 913,4 milhões). Caíram os gastos, principalmente, com combustíveis e lubrificantes (-36,5%), cereais (-30,4%), veículos automóveis e partes (-20,9%), equipamentos mecânicos (-17,8%), borracha e obras (-14,8%), e equipamentos elétricos e eletrônicos (-12,7%).

Na comparação com a média de dezembro de 2014 (US$ 781,7 milhões), houve alta de 4,4% nas importações, devido, principalmente, a aeronaves e peças (66,3%), bebidas e álcool (61,3%), siderúrgicos (59,1%), alumínio e suas obras (44,1%), plásticos e obras (29,8%), borracha e obras (25,8%), e equipamentos elétricos e eletrônicos (23,6%).

O saldo comercial, no primeiro mês de 2014, está deficitário em US$ 1,462 bilhão. Em janeiro do ano passado, a balança comercial teve déficit de US$ 4,068 bilhões e, em dezembro, saldo positivo de US$ 293 milhões.

A corrente de comércio do mês alcançou US$ 16,492 bilhões (média diária de US$ 1,499 bilhão). Pela média, houve retração de 8,7% no comparativo com janeiro passado (US$ 1,641 bilhão) e queda de 4,9% na relação com dezembro último (US$ 1,576 bilhão).

Fonte: MDIC

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