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Plano de exportações é estratégico para país voltar a crescer, diz Dilma

24/06/2015
Presidente lançou Plano Nacional de Exportações nesta quarta-feira.
Para Dilma, país pode ter 'novo status' no comércio exterior.

A presidente Dilma Rousseff afirmou que o Plano Nacional de Exportações, lançado nesta quarta-feira (24), é "parte estratégica" da agenda do governo para que a economia brasileira volte a crescer.

"A participação ativa e intensa do comércio internacional sempre vai difundir a competitividade, vai estimular a geração de empregos e acelerar o crescimento, resultado que almejamos todos para a nossa economia", disse. "O plano que hoje anunciamos é parte estratégica da nossa agenda de voltar a crescer", completou a presidente.

Dilma participou nesta quarta da cerimônia de lançamento do Plano Nacional de Exportações, no Palácio do Planalto. Parte da chamada "agenda positiva" do governo, o plano faz parte de um conjunto de ações elaboradas pela petista nas últimas semanas para tentar recuperar a aprovação do Executivo.

A presidente afirmou que o governo fará do comércio exterior "elemento central da agenda de competitividade e crescimento" da economia. Ela disse, ainda, que, com o câmbio mais favorável, o Brasil tem uma "oportunidade ímpar" para dar "novo status" ao comércio exterior brasileiro, "com ações exequíveis e consistentes de estímulos às exportações de bens e serviços".

O plano conta com cinco pilares para estimular as vendas externas de produtos brasileiros: acesso a mercados; promoção comercial; facilitação do comércio; financiamento e garantia às exportações; e aperfeiçoamento de mecanismos e regime tributários para o apoio às exportações.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, enquanto o Brasil possui a sétima maior economia do mundo, ocupa a 25ª posição no ranking de países exportadores.

Segundo Dilma, o objetivo do governo é, até o fim do ano, abolir o uso de papeis nas operações de comércio exterior.

Parcerias
Durante o discurso, Dilma disse que o Brasil pretende, até o fim do ano, apresentar uma proposta para a União Europeia.

"Para o Brasil, é fundamental parcerias no que se refere a comércios, com a facilitação de investimentos. Esta é uma questão-chave e pretendemos até o fim do ano apresentar a nossa proposta, a chamada oferta de proposta, para a União Europeia", afirmou.

Em viagem à Europa, em junho, Dilma disse que o Brasil e o Mercosul têm condições de apresentar propostas comerciais à União Europeia nos próximos "dias ou meses". Os dois blocos econômicos estudam um acordo de livre comércio, mas as negociações têm sido travadas pela resistência da Argentina.

Repercussão
Após a cerimônia no Palácio do Planalto, os presidentes da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, comentaram o lançamento do plano e as declarações da presidente Dilma.

Ao comentar a fala da petista sobre o plano levar o Brasil a um "novo status", o presidente da CNI disse que o país precisa exportar mais para os Estados Unidos, país classificado por ele como "grande mercado e grande parceiro econômico", além de "ajudar" a América Latina e buscar mercados na África e na Ásia.

"Vocês viram que nós estamos na 25ª posição no comércio internacional? Isso, realmente, para nós, é um problema muito grande, uma vez que a gente está disputando mercado com países da União Europeia, da Ásia e os Estados Unidos. Nós precisamos ganhar muitos patamares", declarou.

Na avaliação do presidente da Fiesp, Paulo Skaf, que disse não ter lido detalhes sobre o plano, o governo está "correto" ao lançar um pacote que tem como foco a política de exportação do país. Para Skaf, as ações divulgadas nesta quarta são importantes, considerando que mercado interno brasileiro está, em sua avaliação, "reprimido".

"Eu acho que o mais importante para alguma coisa que acabou de sair e que precisa ser avaliada e analisada com detalhes é o foco que está sendo dado às exportações e isso é correto, em razão do momento em que o mercado interno está reprimido", disse.

Fonte: O Globo

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