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China adverte: intimidação explícita sobre comércio trará altos custos para os Estados Unidos

12/07/2018
Os esforços de Washington para impor tarifas sobre a China e outros grandes parceiros comerciais estão fadados a enfrentar retaliações em todo o mundo, diante do contínuo desrespeito às regras globais, cadeias de suprimento e estrutura multilateral.

Em uma medida mais recente, Washington foi mais longe ao estender as medidas tarifárias sobre outros US$ 200 bilhões em produtos importados da China.

A lista divulgada na terça-feira (10) se acrescenta às tarifas do governo Trump de US$ 34 bilhões em produtos chineses anunciada na semana passada e, com toda a probabilidade, será combustível para o já crescente conflito comercial entre as duas maiores economias do mundo.

Primeiramente, o plano americano é ilegítimo e mal fundamentado. Sua justificativa, ou a chamada Seção 301, é amplamente conhecida como uma ferramenta unilateral que nasceu e foi criada na era da Guerra Fria e foi proibida pela Organização Mundial do Comércio (OMC) de legitimar as sanções iniciadas pelos EUA, o que, a propósito, Washington havia prometido seguir.

Além disso, esses beligerantes dentro do governo Trump parecem esperar uma reviravolta no fornecimento global e um retorno das produções dos EUA por meio de tarifas.

Mesmo que a administração Trump realmente consiga perturbar a atual rede de fornecimento global, as indústrias sofisticadas, força de trabalho suficiente e o mercado de classe média na Ásia garantirão uma reintegração de suprimentos dentro da região, e não o contrário.

Em contraste acentuado com a queda da popularidade dos EUA entre os investidores desde que o governo Trump anunciou as tarifas, o recente compromisso da China com novas reformas e abertura foi atraente para a Tesla e a BMW.

A Tesla abrirá em Shanghai sua primeira fábrica fora dos EUA, com uma capacidade anual planejada de 500 mil carros elétricos. A BMW também está considerando expandir o investimento na China.

Além disso, ao fazer muitas promessas e não cumprir totalmente o compromisso com o livre comércio, Washington foi aos limites ao intimidar a China para fazer mais concessões.

A má conduta de Washington não ficará sem despertar reação. Da China à Europa, do México à Índia e à Rússia, esses truques tarifários paralisaram as consultas comerciais e reduziram Washington a um objeto de ressentimento e retaliação.

As tarifas levarão às empresas e aos cidadãos americanos preços maiores, além de investimentos e consumos nacionais asfixiados. Independentemente de onde esses conflitos comerciais forem parar, as empresas americanas, seu povo e sua economia sofrerão.

Fonte: Agência Xinhua

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