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CIIE deverá contribuir para o Brasil diversificar e agregar valor às exportações para a China

23/08/2018
A participação de aproximadamente 100 empresas brasileiras na Exposição Internacional de Importações da China (CIIE na sigla em inglês), entre 5 e 10 de novembro, deverá contruir, em médio e longo prazos, para o Brasil diversificar sua pauta exportadora para o país asiático, principal mercado do Brasil tanto nas exportações quanto nas importações e hoje fortemente concentradas em produtos básicos. Até o momento 60 empresas já se inscreveram para participar da Exposição e o número poderá crescer e se aproximar do total de 100 empresas.

Na opinião de Ludmila Carvalho, Analista de Política da Indústria da Gerência de Serviços de Internacionalização da Área de Negócios Internacionais da CNI, "diversificar e agregar valor às exportações para a China é o principal papel da Agência Brasileira de Promoção das Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), na condição de coordenadora da participação brasileira nesse importante evento. Vamos trabalhar a imagem do Brasil no exterior e não apenas junto à China, mas também em relação aos mais 150 mil visitantes de 100 países de todos os continentes que estarão presentes à CIIE. A feira é uma grande oportunidade para o Brasil apresentar seus produtos a todo esse vasto público".

Ludmila Carvalho ressalta que "o mercado chinês demanda de tudo e em grandes quantidades. Trata-se de um mercado muito amplo. Vamos participar da CIIE e aguardar pelas respostas. A mostra será um ótimo termômetro para medirmos o alcance da produção brasileira no exterior. Trata-se de uma Exposição pioneira pois, pela primeira vez, a China está organizando uma mostra voltada exclusivamente para as importações".

De acordo com a Analista da CNI, "a participação da CNI na CIIE acontece no âmbito da pareria entre a Confederação e a Apex-Brasil, através da qual desde 2008 as duas instituições trabalham para a promoção de negócios e internacionalização de empresas brasileiras. Através dessa parceria é feita uma previsão dos setores a serem trabalhaos no ano e das ações e mercados a serem trabalhados através da Rede CIN, integrada pelos Centros Internacionais de Negócios existentes nas Federações das Indústrias das 27 unidades da Federação brasileira. Nos últimos anos, parte desse esforço concentrou-se na feira SIAL e este ano o foco será na CIIE".

Nesse esforço em busca da conquista de espaços para os produtos brasileiros nos mercados internacionais, a CNI realiza uma ação complementar classificada por Ludmila Carvalho como uma "missão prospectiva" focada nas empresas em processo de internacionalização: " a meta é dotar essas empresas dos conhecimentos específicos sobre o mercado chinês, ajudando-as a conhecer e prospectar in loco tendências do mercado, preferências dos consumidores, identificar oportunidades para a inserção de produtos brasileiros na China, conhecer as peculiaridades do mercado, as tarifas praticadas, os preços de prateleiras, prover informações sobre formas de acesso e exigências técnicas, regulatórias e aduaneiras para exportar à China. Esse trabalho é coordenado pela Fiesp e a CNI trabalha lado a lado com essa instituição".

O Brasil será um dos países homenageados na CIIE e a Apex-Brasil se encarregará da organização do pavilhão brasileiro que reunirá empresas dos setores do agronegócio, alimentos e bebidas processados, saúde e equipamentos médico-hospitalares, bens de consumo, tecnologia e serviços.

Paralelamente à participação na mostra, os representantes das empresas brasileiras terão a oportunidade de realizar visitas guiadas a indústrias chinesas localizadas nas proximidades de Shanghai, para uma troca de informações, conhecimentos e experiências.

Também será realizado um Seminário de Oportunidades de Negócios com a China, evento que na opinião de Ludmila Carvalho "contribuirá para que os empresários brasileiros ampliem seus conhecimentos sobre aquele mercado que é o principal parceiro comercial do Brasil nas exportações e importações".

Na visão de Ludmila Carvalho, a CIIE permitirá que o mundo conheça uma nova China: "hoje o mundo inteiro conhece o 'Made in China'. Com a Exposição, o mundo terá a oportunidade de conhecer o 'Made for China".

Fonte: CNI

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